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História – Mariana, MG

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Histórico

EXPLORANDO a região já anteriormente percorrida por outros expedicionários não menos audazes, bandeirantes paulistas chefiados pelo coronel Salvador Fernandes Furtado acamparam, em 16 de julho de 1696, dia da Virgem do Carmo, na margem de um pequeno rio onde o ouro aflorava abundante e a que foi dado o nome de ribeirão do Carmo. Fincado o marco da conquista em colina próxima, o capelão da bandeira, padre Francisco Gonçalves Lopes, rezou, no dia seguinte, em altar improvisado, a primeira missa.

Iniciou-se o povoamento, dando origem ao arraial de Cima do ribeirão do Carmo, onde, em 1701, Salvador Fernandes Furtado fêz construir uma capela. O modesto arraial adensava-se dia a dia, atraindo considerável multidão dos mais recuados pontos do País e da Metrópole.

A essa altura, já estavam praticamente localizadas as mais importantes jazidas auríferas de Minas, desenvolvendo-se o ciclo que durou por mais de um século e em cujo período floresceram numerosas localidades mineiras.

Os episódios da Guerra dos Emboabas levaram a Metrópole a desmembrar do Rio de Janeiro a capitania constituída por São Paulo e Minas Gerais, a fim de melhor policiar a região, enviando para o povoado, em 1709, o governador Antônio de Albuquerque Coelho de Carvalho, que ali fixou residência, conseguindo, em pouco tempo, serenar os espíritos e estabelecer a ordem.

Em 1711, sendo já considerável o desenvolvimento do arraial, um ato do citado governador, de 8 de abril, elevou-o à categoria de vila, sob a denominação de vila de Albuquerque, nome que seria modificado, quando de sua confirmação por dom João V, em 14 de abril de 1712, para vila do Ribeirão do Carmo.

A vila, em pouco tempo, transformou-se em principal centro de comércio e instrução de Minas Gerais. O sucessor de Albuquerque, dom Brás Baltazar, encontrou várias dificuldades em solucionar a cobrança do quinto por bateia utilizada na exploração do ouro. Temendo uma guerra civil, comunicou­-se com o governo metropolitano, que ordenou fosse o imposto cobrado sobre o montante do metal extraído e sobre as indústrias e profissões. Essa providência acalmou momentaneamente os ânimos.

Retirando-se dom Baltazar e tendo assumido o governo dom Pedro de Almeida Portugal, conde de Assumar, rompeu-se o equilíbrio penosamente mantido pelos seus antecessores, lavrando nos espíritos o incêndio da revolta. Até meados de 1720. A vila viveu dias agitados, culminando o mal-estar reinante no motim chefiado por Filipe dos Santos, sobre o qual recaiu implacável a justiça do governador. Como decorrência desse acontecimento foi criada, a 2 de dezembro do mesmo ano. a capitania independente de Minas Gerais.

Depois do conde de Assumar, os governadores passaram a residir em Vila Rica, onde, por volta de 1740, estava sendo construído o palácio do governo.

A partir de 1743, a expansão da localidade a pedido do governo português, subordinou-se à planta elaborada pelo sargento Alpoim.

Formação Administrativa

A Carta Régia de 23 de abril de 1745, expedida por dom João V, elevou a vila à categoria de cidade, com o nome de Mariana, em homenagem à rainha dona Maria Ana d’Áustria. Mariana foi a primeira vila de Minas Gerais e a primeira localidade da capitania a receber foros de cidade.

Em 6 de dezembro de 1745, foi criado o bispado, mediante bula do papa Bento XIV, sendo seu primeiro titular frei Manuel da Cruz, a quem se devem a conclusão da Sé, a fundação do seminário e o lançamento da pedra fundamental da igreja de São Francisco. O bispado, por onde passaram 10 titulares, foi elevado a arcebispado em 1906, com a posse de dom Silvério Gomes Pimenta.

Mariana ficou conhecida, através do tempo, como cidade dos bispos, distinção a que se acrescenta o fato de ser tradicionalmente o centro por excelência do comércio entre o norte e o sul de Minas, famoso pelas suas minas de ouro, cuja produção ainda hoje apresenta grande importância.

A comarca de Rio Piranga, criada pela Lei n.º 1.740, de 8 de outubro de 1870, passou a denominar-se, em face do disposto no Decreto n.º 7, de 8 de janeiro de 1890, comarca de Mariana. Atualmente, consoante a Lei estadual n.º 1.039, de 12 de dezembro de 1953, para vigorar no qüinqüênio 1954/1958, o Município de Mariana é têrmo judiciário único da comarca do mesmo nome.

Em 6 de julho de 1945, a cidade foi tornada monumento nacional.

De acordo com a divisão administrativa do País, vigente em 1.º de janeiro de 1958, o Município é composto de 12 distritos: Mariana, Acaiaca, Bandeirantes, Cachoeira do Brumado, Camargos, Cláudio Manuel, Diogo de Vasconcelos, Furquim, Monsenhor Horta, Padre Viegas, Passagem de Mariana e Santa Rita Durão.

Atualmente Acaiaca e Diogo de Vasconcelos não mais são distritos de Mariana; foram emancipados.

Atualmente a comarca de Mariana é de 2ª Entrância.

Fonte:
IBGE

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